O guia definitivo para entender o negócio da Copa do Mundo de 2026

Jogos de repescagem para a Copa do Mundo definiram, na noite de terça-feira (31), as últimas seleções classificadas para o torneio de 2026. Mesmo com a participação de 48 equipes pela primeira vez na história, a Itália ficou fora. De novo.

A Copa está desenhada. Não só as seleções que vão participar dela, todo o negócio que sustenta o maior evento esportivo do mundo. No ciclo de 2023 a 2026, a Fifa aguarda faturamento acima dos US$ 13 bilhões — o maior da história da entidade.

 

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Quanto se arrecada com transmissão, patrocínio, hospitalidade e bilheteria? Quais são as marcas que patrocinam o evento? As empresas que operam os programas oficiais?

 

Do outro lado da equação, como se gasta o dinheiro? Há custos de organização dos eventos, repasses financeiros para federações e clubes, e o próprio sustento da Fifa.

A Copa é tão rentável que, associação sem fins lucrativos que é, a entidade terminou 2025 com US$ 6,9 bilhões em caixa ou aplicações financeiras. A dívida dela é tecnicamente zero. E a perspectiva até a outra Copa, em 2030, só melhora.

Esses e muitos outros dados sobre o negócio da Copa do Mundo estão no relatório que o Sport Insider publica nesta quarta-feira (1º) — com patrocínio da Golden Goal, agência exclusiva para a venda de pacotes de hospitalidade ao Brasil.